NUDOC e curso de Cinema da UFPB promovem a palestra: OLHAR, VER, GRAVAR

Com essa tríade de ações o fotógrafo e diretor de cinema, Carlos Ebert, intitula uma palestra que será realizada no dia 16 de julho de 2013, das 09h00 as 12h00, no Auditório do NUDOC na UFPB. Não há inscrição e a entrada é franca, mas o espaço só comporta 40 pessoas.

O evento é direcionado para os alunos de cinema, comunicação social e mídias digitais, servidores da UFPB e pessoas interessadas na arte do fazer cinematográfico.

O que acontece por trás dos seus olhos, imediatamente, antes de você posicionar a câmera, enquadrar, focar e gravar?

Essa é uma das principais questões que envolvem múltiplos aspectos e que Carlos Ebert vai tentar responder percorrendo a fisiologia da visão, a percepção e cognição visual, assim como a óptica física e geométrica, examinando as interações da luz visível com a matéria, antes mesmo dela atingir a retina. Da retina ao sensor da câmera, inúmeras decisões são tomadas. Tornar o processo consciente, longe de inibir a criatividade, alimenta-a com saberes que ampliam-na, por abarcarem outros campos do conhecimento que, até então, permaneciam fora do processo criativo.

“OLHAR, VER, GRAVAR oferece uma abordagem multidisciplinar única que pretende modificar a forma com que você se expressa visualmente através das imagens em movimento. São informações que permanecerão como referências para todos aqueles que lidam com o audiovisual na atualidade em todos os seus suportes e mídias”, garante o palestrante.

CARLOS EBERT é diretor e fotógrafo de cinema, televisão e publicidade. É carioca, nascido em 1946, estudou arquitetura na UFRJ e cinema na Escola Superior de Cinema São Luiz, em São Paulo. Foi câmera e diretor de fotografia do filme “O bandido da luz vermelha” (1968) de Rogério Sganzerla. Dirigiu em 1970 “República da Traíção”. Fez fotografia tanto de longas como de curtas-metragens, entre eles: “O rei da vela” (1983), de José Celso Martinez Corrêa e Noilton Nunes; “Fé” (1998) de Ricardo Dias; “Rua seis, sem número” (2002) de João Batista de Andrade; “À margem da imagem” (2002) de Evaldo Mocarzel; “Dia da Graça” (2003) de Thiago Mendonça e Maira Buller; “Do luto à luta” (2005) de Evaldo Mocarzel; “Vlado, 30 anos depois” (2005) de João Batista de Andrade; “A ilha do terrível Rapaterra” (2007) de Ariane Porto. Fez também fotografias para televisão, como a de “O povo brasileiro” (2000), ganhador do Grande Prêmio Cinema Brasil de TV em 2001. Desde 1970 dedica-se também ao ensino da fotografia para o cinema e foi vice-presidente da Associação Brasileira de Cinematografia no período de 2002 a 2004.

Essa é uma oportunidade ímpar para os interessados no metier.

O NUDOC localiza-se no prédio do NPCA, junto a Editora Universitária e TV UFPB, na Avenida da Caixa Econômica Federal, no Campus I da UFPB, no bairro Castelo Branco, em João Pessoa.

 

Atenciosamente,
Núcleo de Documentação Cinematográfica – UFPB
Contato: 3216-7999 / 3216-7382