Opinião

João Vicente Goulart

(Texto do filho do Presidente João Goulart em palestra na Universidade Federal da Paraíba, no evento “Resistir ao esquecimento: Encontro com João Vicente Goulart”, João Pessoa-PB, de 17 a 19/05/2017, promovido pelo NCDH/CCHLA.)

Nesta oportunidade na Universidade Federal da Paraíba, depois de 53 anos do golpe de Estado de 1964, e onde hoje sofremos com a desestabilização democrática nacional, a partir dos acontecimentos que levaram a deposição de um governo legítimo da Presidente Dilma Rousseff, a contribuição que nós do Instituto João Goulart podemos oferecer neste momento é suscitar o debate de que está na hora de admitir que o BRASIL perdeu, e perdeu até hoje, a chamada Guerra fria.

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Denise Mattos Monteiro

No primeiro turno das eleições presidenciais no Brasil, em 2014, a candidata do Partido dos Trabalhadores, Dilma Vana Roussef, ultrapassou com larga vantagem o candidato adversário Aécio Neves, do Partido da Social Democracia Brasileira, na preferência do eleitorado da região Nordeste do país. Esse fato foi intensamente destacado e explorado pela grande mídia, monopolizada por algumas poucas e milionárias famílias.

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Alexandre Náder

Alexandre Náder

Estamos diante de uma questão extremamente grave e que atinge uma parcela muito grande, majoritária, da população brasileira: a imposição de uma reforma educacional (mais uma imposição, mais uma reforma educacional), voltada para o Ensino Médio, etapa conclusiva da Educação Básica.

Imposição porque feita pela via da Medida Provisória, a MP 746/16, suprimindo, desse modo, qualquer possibilidade de debate, para a formulação de seu conteúdo, pela população e pelos efetivos sujeitos em presença na concretização do Ensino Médio em nosso país: professores, estudantes, pais/responsáveis, agências de formação de professores, demais trabalhadores e profissionais da Educação… Imposição porque, mais uma vez, saída dos gabinetes do governo em Brasília, desconhece as condições concretas do funcionamento dessa etapa da Educação Básica e desrespeita, com seu propósito de discurso único, naturalizado, a experiência e as aspirações dos principais atingidos pelas mudanças que busca implantar.

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