{"id":14,"date":"2018-01-10T02:19:44","date_gmt":"2018-01-10T04:19:44","guid":{"rendered":"http:\/\/www.cchla.ufpb.br\/etienne_samain_unicamp\/?page_id=14"},"modified":"2020-03-03T20:52:31","modified_gmt":"2020-03-03T23:52:31","slug":"artigos","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.cchla.ufpb.br\/etienne_samain_unicamp\/artigos\/","title":{"rendered":"Artigos 1985-2000"},"content":{"rendered":"<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Garamond;\"><strong>Artigos de Etienne Samain (1985-2000)<\/strong>: cada texto, disponibilizado abaixo em formato de arquivo port\u00e1til (portable document file) [PDF], est\u00e1 acompanhado de sua refer\u00eancia original (para cita\u00e7\u00e3o) e de um curto coment\u00e1rio acerca de seu cont\u00e9udo. Est\u00e3o organizados em ordem crescente por ano de publica\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Garamond;\"><span style=\"font-weight: 400;\">&#8211;<\/span><b> A vontade de ser: notas sobre os \u00edndios Urubu-Kaapor e sua Mitologia. <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">Samain, Etienne. Publicado em:\u00a0<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Revista de Antropologia,<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">\u00a0S\u00e3o Paulo, USP, n. 27-28, p. 245-262, 1985. [<a href=\"https:\/\/www.cchla.ufpb.br\/etienne_samain_unicamp\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/1985_A_vontade_de_ser_indios_urubu_kaapor_Etienne_Samain.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">PDF<\/a>]<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-weight: 400; font-family: Garamond;\">Em 1980-81, sub\u00edamos o rio Gurupy (que faz a divisa do Estado de Maranh\u00e3o com o do Par\u00e1) para encontrar, trinta anos depois das primeiras pesquisas antropol\u00f3gicas realizadas por Darcy Ribeiro e Francis Huxley, os \u00edndios Kaapor. Dev\u00edamos permanecer quatro meses em Gurupi\u00fana, recolhendo novas narrativas m\u00edticas dessa comunidade de l\u00edngua tupi e procurando desvend\u00e1-las \u00e0 luz da pr\u00f3pria e poss\u00edvel exegese ind\u00edgena. \u00c9 o relat\u00f3rio dessas duas expedi\u00e7\u00f5es que oferecemos no presente artigo, no qual levantamos uma problem\u00e1tica mais ampla:\u00a0 a das rela\u00e7\u00f5es entre culturas da oralidade e da escrita.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Garamond;\"><span style=\"font-weight: 400;\">&#8211;<\/span><b> Reflex\u00f5es cr\u00edticas sobre o tratamento dos mitos<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">. Samain, Etienne. Publicado em:\u00a0<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Revista de Antropologia,\u00a0<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">S\u00e3o Paulo,<i>\u00a0<\/i>USP, n. 27-28, p. 233-244, 1985. [<a href=\"https:\/\/www.cchla.ufpb.br\/etienne_samain_unicamp\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/1985_Reflexoes_criticas_sobre_tratamento_dos_mitos_Etienne_Samain.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">PDF<\/a>]<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-weight: 400; font-family: Garamond;\">Partindo das minhas viv\u00eancias no meio de sociedades ind\u00edgenas brasileiras \u00e1grafas (Os Kamayur\u00e1 e os Ka\u00b4apor), quando reunia, nelas, produ\u00e7\u00f5es culturais (seus mitos em especial), proponho: 1) precisar o que os mitos parecem representar para essas sociedades sem escrita; 2) medir tudo o que devemos ao Claude L\u00e9vi-Strauss e ao seu <em>O Pensamento selvagem<\/em>, precisando todavia algumas das nossas pondera\u00e7\u00f5es cr\u00edticas; 3) levantar uma reflex\u00e3o mais abrangente no que diz respeito ao encontro de culturas que, por serem justamente diferentes, se tornam cada vez mais solid\u00e1rias, umas com rela\u00e7\u00e3o \u00e0s outras, visto o momento hist\u00f3rico de interc\u00e2mbio cultural ao qual nos convida o s\u00e9culo presente.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Garamond;\">&#8211; <strong>Antropologia visual, mito e tabu<\/strong>. Samain, Etienne e S\u00f4lha, H\u00e9lio. Publicado em: <em>Cadernos de textos. Antropologia visual<\/em>. Rio de Janeiro, Museu do \u00cdndio, p. 5-7, 1987. [<a href=\"https:\/\/www.cchla.ufpb.br\/etienne_samain_unicamp\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Samain-1987b-e-Solha-Antrop-visual-mito-e-tabu.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">PDF<\/a>]<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Garamond;\">Depois de tanto desenvolvimento tecnol\u00f3gico, com diversas c\u00e2meras mais leves, boas e baratas, como podem os antrop\u00f3logos ainda n\u00e3o terem incorporado as imagens e c\u00e2meras dentro de seus m\u00e9todos de pesquisa? A quest\u00e3o, j\u00e1 posta por Margaret Mead em 1973, seria ainda atual neste 2\u00ba mil\u00eanio? Nesse artigo vemos alguns passos importantes sugeridos, desde os fins dos anos 1980, para o desenvolvimento da antropologia visual no Brasil.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Garamond;\">&#8211; <strong>Mito e fotografia<\/strong>: as aventuras er\u00f3ticas de Kamukua. <span style=\"font-weight: 400;\">Samain, Etienne.\u00a0<\/span>Publicado em: <em>Cadernos de textos. Antropologia visual<\/em>. Rio de Janeiro, Museu do \u00cdndio, p. 46-50, 1987. [<a href=\"https:\/\/www.cchla.ufpb.br\/etienne_samain_unicamp\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Samain-1987a-Mito-e-fotografia.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">PDF<\/a>]<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Garamond;\">Quais rela\u00e7\u00f5es podem unir mito e fotografia? Entre a antropologia social e as artes visuais, esse artigo oferece um breve mergulho antropol\u00f3gico na problem\u00e1tica da imagem como cria\u00e7\u00e3o e interpreta\u00e7\u00e3o do mundo. Kamukua, sa\u00eddo das narrativas cosmol\u00f3gicas Kamayur\u00e1 do Alto Xing\u00fa, \u00e9 a personagem que nos conduz nesse caminho, pelo qual descobrimos que a palavra ind\u00edgena <em>Moroneta<\/em> tem algo importante a nos ensinar sobre fotografia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Garamond;\">&#8211; <strong>Entre a arte, a ci\u00eancia e o del\u00edrio:<\/strong> a fotografia m\u00e9dica francesa na segunda metade do s\u00e9culo XIX.\u00a0<span style=\"font-weight: 400;\">Samain, Etienne.\u00a0Publicado em:<\/span>\u00a0<em>Boletim do Centro de Mem\u00f3ria da Unicamp<\/em>, Campinas, v. 5, n.10, p. 11-32, 1993. [<a href=\"https:\/\/www.cchla.ufpb.br\/etienne_samain_unicamp\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Samain-1993a-Arte-ciencia-delirio.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">PDF<\/a>]<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Garamond;\">Como a comunidade cient\u00edfica francesa se apropriou dos primeiros processos fotogr\u00e1ficos inventados no s\u00e9culo XIX? As expectativas desses homens de ci\u00eancia sobre as imagens fotogr\u00e1ficas chegam a ser espantosas. Esse artigo nos leva a perceber como a fotografia foi usada desde o campo da psiquiatria at\u00e9 \u00e0 identifica\u00e7\u00e3o de corpos (e almas!). S\u00e3o os not\u00e1veis trabalhos de Albert Londe, Hippolyte Baraduc, Francis Galton (primo de Darwin) e Cesare Lombroso, entre outros, que nos conduzem do hosp\u00edcio da Salpetri\u00e8re \u00e0 Prefeitura de Pol\u00edcia de Paris, onde est\u00e1 em gesta\u00e7\u00e3o a moderna carteira de identidade, com o seu significativo retrato individual, que temos at\u00e9 hoje.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Garamond;\">&#8211; A <strong>Pesquisa fotogr\u00e1fica na Fran\u00e7a<\/strong>: notas antropol\u00f3gicas e bibliogr\u00e1ficas.\u00a0<span style=\"font-weight: 400;\">Samain, Etienne. Publicado em:<\/span>\u00a0<em>Textos de cultura e de comunica\u00e7\u00e3o<\/em>, Salvador, n\u00ba 29, p. 109-127, 1993. [<a href=\"https:\/\/www.cchla.ufpb.br\/etienne_samain_unicamp\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Samain-1993b-Pesquisa-na-Fran\u00e7a.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">PDF<\/a>]<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Garamond;\">Ap\u00f3s mais de 150 anos de inven\u00e7\u00e3o da fotografia na Fran\u00e7a qual seria o estado dessa arte? O autor situa sua pr\u00f3pria trajet\u00f3ria nesse artigo para, a partir da\u00ed, pensar a fotografia desde suas primeiras etapas de produ\u00e7\u00e3o at\u00e9 a revolu\u00e7\u00e3o do imagin\u00e1rio trazida pelas imagens inform\u00e1ticas. Um levantamento generoso que passa por Roland Barthes, Andr\u00e9 Rouill\u00e9 e muitos outros estudiosos, nos introduz no fascinante universo do pensamento provocado pela fotografia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Garamond;\">&#8211; <strong>A caverna obscura<\/strong>: topografias da fotografia.\u00a0<span style=\"font-weight: 400;\">Samain, Etienne. Publicado em: Revista<\/span> <em>Imagens, <\/em>Campinas, Unicamp, n.1, p. 50-61, mar 1994. [<a href=\"https:\/\/www.cchla.ufpb.br\/etienne_samain_unicamp\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Samain-1994a-A-caverna-obscura.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">PDF<\/a>]<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Garamond;\">Por quantos horizontes podemos ver as fotografias, suas hist\u00f3rias e cr\u00edticas? Nesse artigo Etienne Samain oferece uma s\u00edntese instigante e repleta de detalhes sobre as novas cr\u00edticas e historiografias da fotografia. Revela-nos o efervescente campo de pesquisas fotogr\u00e1ficas no Brasil, uma das quais, por Boris Kossoy, j\u00e1 h\u00e1 v\u00e1rias d\u00e9cadas demonstrara a inven\u00e7\u00e3o da fotografia na cidade de Campinas, estado de S\u00e3o Paulo, no s\u00e9culo XIX. Al\u00e9m das v\u00e1rias obras fotogr\u00e1ficas pesquisadas e publicadas recentemente no Brasil, o artigo aborda tamb\u00e9m discuss\u00f5es da cr\u00edtica contempor\u00e2nea, marcadas pelas contribui\u00e7\u00f5es de Roland Barthes e Charles S. Peirce.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Garamond;\">&#8211; <strong>Oralidade, escrita, visualidade:<\/strong> meios e modos de constru\u00e7\u00e3o dos indiv\u00edduos e das sociedades humanas.\u00a0<span style=\"font-weight: 400;\">Samain, Etienne.<\/span> Publicado no livro: <em>Perturbador mundo novo<\/em>. Hist\u00f3ria, psican\u00e1lise e sociedade contempor\u00e2nea. 1492-1900-1992. Sociedade Brasileira de Psican\u00e1lise de S\u00e3o Paulo (org.) e Luis Carlos Uch\u00f4a Junqueira Filho (coord.)\u00a0S\u00e3o Paulo: Escuta, 1994, p. 289-301. [<a href=\"https:\/\/www.cchla.ufpb.br\/etienne_samain_unicamp\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Samain-1994b-Oralidade-escrita-visualidade.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">PDF<\/a>]<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Garamond;\">De que maneira nossas sociedades se transformam na medida em que a visualidade avan\u00e7a a passos largos em seu est\u00e1gio inform\u00e1tico? Num percurso antropol\u00f3gico que passa pela pesquisa com as sociedades Kamayur\u00e1 do Alto Xingu, em 1977, at\u00e9 a cria\u00e7\u00e3o do Programa de P\u00f3s-Gradua\u00e7\u00e3o em Multimeios na Unicamp, em 1984, o autor nos convida a perceber as diversas diferen\u00e7as e implica\u00e7\u00f5es dos meios e modos de comunica\u00e7\u00e3o humana em nossas vidas. Numa discuss\u00e3o que passa pelas obras de Jack Goody e Claude L\u00e9vi-Strauss, pergunta-se como, entre a narrativa oral xinguana e o programa de computador criador de imagens, novos indiv\u00edduos e sociedades se descortinam?<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Garamond;\">&#8211; <strong>Para que a antropologia consiga tornar-se visual<\/strong>, com\u00a0 uma breve bibliografia seletiva. <span style=\"font-weight: 400;\">Samain, Etienne.\u00a0<\/span>Publicado no livro: <em>Brasil: comunica\u00e7\u00e3o, cultura e pol\u00edtica<\/em>. Ant\u00f4nio Fausto Neto (org.)\u00a0Rio de Janeiro: Diadorim, 1994, p. 33-46. [<a href=\"https:\/\/www.cchla.ufpb.br\/etienne_samain_unicamp\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Samain-1994c-Para-que-a-antrop-consiga.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">PDF<\/a>]<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Garamond;\">Em que medida a antropologia pode se tornar visual? A quest\u00e3o, aparentemente simples, recobre todo um universo de interroga\u00e7\u00f5es mais amplas e fundamentais, apresentadas ao leitor em tr\u00eas se\u00e7\u00f5es. A complexidade dos desafios trazidos pela pesquisa com as imagens, especialmente no campo da antropologia visual, \u00e9 apresentada sinteticamente ao leitor nesse artigo. Pode a\u00ed ser vislumbrado um amplo programa de pesquisa, entre o sens\u00edvel, o cient\u00edfico, o art\u00edstico, o hist\u00f3rico, al\u00e9m de outros aspectos, os quais todavia, deixam claro que a antropologia foi, \u00e9 e ser\u00e1 visual. Seja pela via dos tantos antrop\u00f3logos pioneiros que da imagem se serviram j\u00e1 no s\u00e9culo XIX, seja pela indispens\u00e1vel considera\u00e7\u00e3o antropol\u00f3gica das artes e produ\u00e7\u00f5es visuais contempor\u00e2neas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Garamond;\">&#8211; \u00b4<strong>Ver\u00b4 e \u00b4dizer\u00b4 na tradi\u00e7\u00e3o <\/strong><strong>etnogr\u00e1fica<\/strong>: Bronislaw Malinowski e a fotografia. <span style=\"font-weight: 400;\">Samain, Etienne. Publicado em: Revista\u00a0<\/span><em>Horizontes Antropol\u00f3gicos<\/em>, Porto Alegre, UFRGS, ano 1, n. 2, p. 23-60, jul-set 1995. [<a href=\"https:\/\/www.cchla.ufpb.br\/etienne_samain_unicamp\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Samain-1995-Ver-e-dizer-Malinowski.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">PDF<\/a>]<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Garamond;\">O que sabemos sobre o famoso antrop\u00f3logo polon\u00eas em termos das suas fotografias tomadas nas ilhas Trobriand na segunda d\u00e9cada do s\u00e9culo XX? Esse artigo, que sinaliza a aproxima\u00e7\u00e3o do autor com o N\u00facleo de Antropologia Visual da UFRGS (NAVISUAL), oferece um mergulho na obra visual fotogr\u00e1fica de Malinowski para revelar um intricado relacionamento entre o texto e as imagens publicadas em tr\u00eas grandes livros. A hip\u00f3tese de que a teoria funcional de Malinowski se fazia ver no modo como tomou e organizou suas fotografias, foi retomada posteriormente por Michael Young, num livro sobre as fotografias n\u00e3o publicadas do antrop\u00f3logo polon\u00eas.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Garamond;\">&#8211; <strong>Quest\u00f5es heur\u00edsticas em torno do uso das imagens nas ci\u00eancias sociais<\/strong>. <span style=\"font-weight: 400;\">Samain, Etienne.\u00a0<\/span>Publicado no livro: <em>Pedagogia da imagem. Imagem na Pedagogia<\/em>. Niter\u00f3i, RJ: UFF-Universidade Federal Fluminense, Faculdade de Educa\u00e7\u00e3o, Departamento de Fundamentos Pedag\u00f3gicos, 1996, p. 7-17. [<a href=\"https:\/\/www.cchla.ufpb.br\/etienne_samain_unicamp\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Samain-1996-Questoes-heuristicas.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">PDF<\/a>]<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Garamond;\">Quais as diferen\u00e7as e quais as complementaridades que existem entre a imagem e a escrita? Esta \u00e9 uma das principais quest\u00f5es tratadas nesse artigo, o qual tamb\u00e9m recupera brevemente as reflex\u00f5es mais amplas que acompanham a trajet\u00f3ria de seu pensamento nos anos anteriores. Desta vez, Etienne Samain, na companhia de Jean-Marie Schaeffer, Ernst Gombrich e Jonathan Crary, nos convida a questionar seriamente nossa condi\u00e7\u00e3o de cientistas sociais e observadores num mundo em transforma\u00e7\u00e3o. N.A.: Esse artigo foi republicado inteiramente e sob o mesmo t\u00edtulo no livro <em>Desafios da Imagem: iconografia, fotografia e v\u00eddeo nas ci\u00eancias sociais<\/em>. (org. Bela Feldman-Bianco e Miriam L. Moreira Leite). Campinas: Papirus, 1998, p. 51-62.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Garamond;\">&#8211; <strong>No fundo dos olhos<\/strong>: os futuros visuais da antropologia.\u00a0<span style=\"font-weight: 400;\">Samain, Etienne. Publicado em:<\/span> <em>Cadernos de antropologia e imagem<\/em>, Rio de Janeiro, UERJ, n\u00ba 6, p. 141-158, 1998. [<a href=\"https:\/\/www.cchla.ufpb.br\/etienne_samain_unicamp\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Samain-1998-No-fundo-dos-olhos.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">PDF<\/a>]<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Garamond;\">Como a antropologia tem se servido das imagens e como, no futuro, poder\u00e1 avan\u00e7ar nesse sentido? Esse artigo expressa a continuidade do tipo de pesquisa realizada sobre Bronislaw Malinowski e suas fotografias. A constata\u00e7\u00e3o recorrente de que, j\u00e1 no s\u00e9culo XIX, a antropologia fazia uso de imagens em seus projetos, n\u00e3o nos deixa d\u00favidas da import\u00e2ncia de se fazer uma hist\u00f3ria da antropologia visual no s\u00e9culo XX. As obras de Gregory Bateson e Margaret Mead, de um lado, e de Albert Piette, de outro, s\u00e3o tomadas nesse sentido para revelar uma sofistica\u00e7\u00e3o incomum em termos das potencialidades do uso de imagens no campo da antropologia.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Garamond;\"><span style=\"font-weight: 400;\">&#8211; <\/span><b>Um retorno \u00e0 \u2018c\u00e2mara clara\u2019: Roland Barthes e a antropologia visual<\/b><span style=\"font-weight: 400;\">. Samain, Etienne. Publicado no livro:\u00a0Samain, Etienne (org.) <i>O Fotogr\u00e1fico<\/i>. S\u00e3o Paulo: Editora Hucitec-CNPq, 1\u00aa ed., 1998, (2\u00aaed., 2005), p. 121-134. [<a href=\"https:\/\/www.cchla.ufpb.br\/etienne_samain_unicamp\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/2005_Retorno_camara_clara_Etienne_Samain.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">PDF<\/a>]<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Garamond;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Ser\u00e1 que Barthes foi, tamb\u00e9m, um antrop\u00f3logo? A releitura de seu \u00faltimo livro <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">La Chambre Claire<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> oferece ind\u00edcios importantes. N\u00e3o apenas porque nos lembra que o imagin\u00e1rio \u00e9 parte constitutiva do ser social, mas tamb\u00e9m porque, ao distinguir o <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">studium<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> fotogr\u00e1fico de seu <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">punctum<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, Barthes nos convida a um outro olhar: esse olhar que ele sente e que sabe ter perdido. Um olhar que ele procura. Um outro prazer e um novo desejo acenavam no horizonte de sua busca do tempo, de sua sexualidade, de sua vida, de seu trabalho: o prazer do imagin\u00e1rio. O artigo retoma o texto publicado sob o mesmo t\u00edtulo, no livro:\u00a0<i>O olhar Est\u00e9tico na Comunica\u00e7\u00e3o,\u00a0<\/i>Ant\u00f4nio Albino Canelas Rubim, Ione Maria Ghislene Bentz e Milton Jos\u00e9 Pinto (orgs.)\u00a0Petr\u00f3polis: Editora Vozes, 2001, p. 37-50.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Garamond;\"><span style=\"font-weight: 400;\">&#8211; <\/span><b>Modalidades do olhar fotogr\u00e1fico. <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">Samain Etienne. Publicado no livro:\u00a0<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Ensaios sobre o Fotogr\u00e1fico<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, Luiz Eduardo Robinson Achutti (org.) Porto Alegre: Unidade Editorial, 1998, p. 109-114. [<a href=\"https:\/\/www.cchla.ufpb.br\/etienne_samain_unicamp\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/1998_Modalidades_do_olhar_fotografico_Etienne_Samain.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">PDF<\/a>]<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-weight: 400; font-family: Garamond;\">As reflex\u00f5es propostas poder\u00e3o, talvez, ajudar a entrever e circunscrever problem\u00e1ticas levantadas por este singular suporte imag\u00e9tico que \u00e9 a fotografia, quando se oferece ao nosso olhar humano. Tratar-se-\u00e1, de certo modo, ousar confiar ao leitor &#8211; ao amante da fotografia ou ao antrop\u00f3logo que pensa poder tirar proveito dela &#8211; o que j\u00e1, provavelmente, vivenciou sem se dar conta das implica\u00e7\u00f5es contidas nessas viv\u00eancias. Ser\u00e3o impress\u00f5es mais do que certezas, que gravitar\u00e3o em torno de um duplo foco cr\u00edtico. O primeiro foco levanta o problema dos modos de apresenta\u00e7\u00e3o da fotografia e das \u201cleituras\u201d que podem inspirar para quem a contempla. O segundo encara a fotografia, imagem fixa, na sua dimens\u00e3o cognitiva e ao relacion\u00e1-la com a imagem em movimento, o cinema, pergunta-se se uma como a outra, n\u00e3o v\u00e3o definindo posturas existenciais (e at\u00e9 filos\u00f3ficas) com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 apreens\u00e3o, \u00e0 representa\u00e7\u00e3o e a uma maneira de tratar, de pensar e de dizer o mundo.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Garamond;\"><span style=\"font-weight: 400;\">&#8211;<\/span><b> Os riscos do texto e da imagem. Em torno de <\/b><b><i>Balinese Character<\/i><\/b><b> (1942) de Gregory Bateson e Margaret Mead. <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">Samain Etienne. Publicado em:\u00a0<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Significa\u00e7\u00e3o. <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">Revista de Cultura Audiovisual, S\u00e3o Paulo, ECA\/USP, vol.14, p. 63-88, 2000. [<a href=\"https:\/\/www.cchla.ufpb.br\/etienne_samain_unicamp\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/2000_Os_riscos_do_texto_e_da_imagem_Etienne_Samain.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">PDF<\/a>]<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Garamond;\"><i><span style=\"font-weight: 400;\">Balinese Character. A Photografic Analysis<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> (1942) de Gregory Bateson e Margaret Mead \u00e9, sem sombra de d\u00favida, um livro fundador da Antropologia visual (fotogr\u00e1fica). Muitas vezes citado, permanece insuficientemente explorado. Esse artigo levanta \u2013 ap\u00f3s uma breve apresenta\u00e7\u00e3o da organiza\u00e7\u00e3o geral da obra \u2013 um questionamento heur\u00edstico e uma reflex\u00e3o sobre a natureza da utiliza\u00e7\u00e3o integrativa da imagem e do texto na elabora\u00e7\u00e3o do discurso antropol\u00f3gico. Para tanto, prop\u00f5e tr\u00eas modelos de organiza\u00e7\u00e3o das pranchas fotogr\u00e1ficas de <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Balinese Character<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> e seus respectivos coment\u00e1rios escritos, efetuando percursos inversos: da imagem ao texto e do texto \u00e0 imagem. Se \u00e9 verdade que ambos esses suportes comunicacionais s\u00e3o singulares tanto como complementares, suas respectivas riquezas heur\u00edsticas n\u00e3o ficam livres de outros riscos que a pesquisa em pauta procurar\u00e1 desvendar.<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Garamond;\"><span style=\"font-weight: 400;\">&#8211;<\/span><b> L\u00b4homme nu\u201d, 500 ann\u00e9es d\u00b4un anniversaire. Chroniques br\u00e9siliennes d\u00b4un \u00e9t\u00e9 et d\u00b4un automne. <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">Samain, Etienne. Publicado em: Revue <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Herm\u00e8s<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">. Cognition, Communication, Politique, Paris, C.N.R.S., n. 28, p 129-141, 2000. [<a href=\"https:\/\/www.cchla.ufpb.br\/etienne_samain_unicamp\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/2000_L_homme_nu_Etienne_Samain.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">PDF<\/a>]<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-weight: 400; font-family: Garamond;\">Uma cr\u00f3nica pessoal da comemora\u00e7\u00e3o, no m\u00eas de mar\u00e7o de 2000, dos 500 anos da chegada de Pedro Cabral nas costas brasileiras. Uma chegada que n\u00e3o correspondia a uma \u201cdescoberta\u201d, mas que inaugurava um \u201cencontro\u201d entre culturas (portuguesa e ind\u00edgena). Reunindo diversos fatos ocorridos e publicados na imprensa (as declara\u00e7\u00f5es de pol\u00edticos brasileiros e europeus, a cria\u00e7\u00e3o de um nova nota de moeda, as declara\u00e7\u00f5es do episcopado, as manifesta\u00e7\u00f5es do Movimento dos Sem Terra), o autor pensa poder destacar um tra\u00e7o desconhecido na Europa e, no entanto, essencial da sociedade brasileira: sua rela\u00e7\u00e3o singular para com a mem\u00f3ria e sua hist\u00f3ria, o que conduz o autor a definir a terra brasileira como sendo \u201ca terra da din\u00e2mica do provis\u00f3rio\u201d.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Garamond;\"><b>&#8211; Mito e Historia oral. <\/b><span style=\"font-weight: 400;\">Samain, Etienne. Publicado em:\u00a0<\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">Revista Resgate<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">, Campinas,\u00a0<\/span><span style=\"font-weight: 400;\">CMU-Centro de Mem\u00f3ria da Unicamp, vol. 9, p. 11-18, 2000. [<a href=\"https:\/\/www.cchla.ufpb.br\/etienne_samain_unicamp\/wp-content\/uploads\/2020\/02\/2000_Mito_e_historia_oral_Etienne_Samain.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">PDF<\/a>]<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Garamond;\"><span style=\"font-weight: 400;\">Assumindo o fato de que o mito \u00e9 uma modalidade da Hist\u00f3ria oral, procura-se, nesse ensaio, responder a tr\u00eas interroga\u00e7\u00f5es: 1) Como os pr\u00f3prios \u00edndios (no caso Kamayur\u00e1 e Urubus-Kaapor, Brasil), definem o que rotulamos de \u201cmitos\u201d ou de \u201cest\u00f3rias\u201d? 2) Quais seriam algumas das fun\u00e7\u00f5es desses mitos no contexto de sociedades \u00e1grafas que, deles, se nutrem e vivem? 3)Como pensar, minimamente, as quest\u00f5es da elabora\u00e7\u00e3o, transmiss\u00e3o e decodifica\u00e7\u00e3o dos mitos, tendo em vista o fato de que os mitos n\u00e3o s\u00e3o <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">textos<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> e, sim, <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">falas<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> e narrativas, obedecendo a opera\u00e7\u00f5es l\u00f3gicas e potencialidades cognitivas singulares?<\/span><\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-family: Garamond;\">&#8211; <strong>Entre a escrita e a imagem. Di\u00e1logos com Roberto Cardoso de Oliveira<\/strong>. Samain, Etienne e Mendon\u00e7a, Jo\u00e3o Martinho de. <em>Revista de Antropologia,<\/em> S\u00e3o Paulo, USP<em>,<\/em>\u00a0vol.43, no.1, p.185-236, 2000. [<a href=\"https:\/\/www.cchla.ufpb.br\/etienne_samain_unicamp\/wp-content\/uploads\/2018\/01\/Samain-2000-e-Mendon\u00e7a-Cardoso-Oliveira.pdf\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">PDF<\/a>]<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Garamond;\">Qual seria o lugar reservado \u00e0s imagens na antropologia feita no Brasil? Nesse encontro com o antrop\u00f3logo brasileiro Roberto Cardoso de Oliveira em 1998, Etienne Samain questiona a proemin\u00eancia conferida por Cardoso \u00e0 escrita, tal como aparecia no artigo \u201cO trabalho do antrop\u00f3logo: olhar, ouvir, escrever\u201d (1996). A generosa entrevista descortina cap\u00edtulos importantes da antropologia brasileira. Demonstra a considera\u00e7\u00e3o do antrop\u00f3logo brasileiro em face das quest\u00f5es postas sobre a visualidade na antropologia e sobre as suas fotografias dos Tikuna, arquivadas, as quais na \u00e9poca foram tema da pesquisa de Mestrado de Jo\u00e3o Martinho de Mendon\u00e7a. Pistas importantes para uma antropologia visual fotogr\u00e1fica no Brasil ficaram, assim, esbo\u00e7adas.<\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Artigos de Etienne Samain (1985-2000): cada texto, disponibilizado abaixo em formato de arquivo port\u00e1til (portable document file) [PDF], est\u00e1 acompanhado de sua refer\u00eancia original (para cita\u00e7\u00e3o) e de um curto coment\u00e1rio acerca de seu cont\u00e9udo. 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